Por aqui também elaborámos um top 10 de coisas que nos deixam felizes e um top 10 de coisas que nos aborrecem.
10 coisas de que gostamos:
1-Que os nossos leitores nos escrevam a dizer que gostaram do nosso livro;
2-Que as capas cheguem das gráficas ainda mais bonitas do que imaginámos;
3-Que os escritores gostem tanto do nosso "clube" quanto nós;
4-Que os livreiros se apaixonem pelos nossos livros;
5-Que os leitores divulguem os nossos livros junto dos seus amigos;
6-Que as capas dos nossos livros circulem por aí (e sempre pelas melhores razões);
7-De encontrar pessoas no metro (e nos comboios, e nos autocarros) com um livro nosso por companhia;
8-De saber que os nossos livros vão bem com esplanadas, jardins, praias, sofás, parques e outros que tais;
9-Que os bloggers e os jornalistas dêem destaque aos nossos livros;
10-De saber que somos lidos.
10 coisas que nos aborrecem:
1-Quando nos dizem que não gostam das nossas capas;
2-Quando desconhecem o contéudo do livro e criticam as nossas capas;
3-Quando avaliam os livros apenas pelas capas;
4-Quando livros bons, mesmo bons, não são descobertos pelos leitores;
5-Quando livros bons, bons à séria, são criticados gratuitamente;
6-Quando percebemos que devíamos ter aumentado a tiragem de determinado livro;
7-Quando percebemos que devíamos ter reduzido a tiragem de determinado livro;
8-Quando "perdemos" livros importantes;
9-Que classifiquem os livros;
10-Que não se leia mais, muito mais.
Agora o desafio está do vosso lado. Digam-nos 10 coisas de que gostam e 10 coisas que vos aborreçam. Vai ser giro.
Lema de vida
T. J. Brown tem como lema de vida as mulheres bem comportadas raramente ficam para a História. É dela o próximo romance Noites Brancas, nas livrarias a partir de 18/04.
Atenção fãs da série Downton Abbey: vem aí um livro que não podem perder!
(...)
Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E
— ó delicioso vôo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança...
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E
— ó delicioso vôo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança...
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...
Mário Quintana
Texto extraído do livro "Nova Antologia Poética", Editora Globo - São Paulo, 1998, pág. 118.
Há dois anos
Há dois anos lançámos A Casa dos Amores Impossíveis
e recebemos a sua autora em Lisboa.
É bom recordar.
Merci
Nos últimos meses, com poucos livros Noites Brancas, pouco por aqui pássamos. E ao contrário do que seria de esperar, aumentou o número de seguidores. Merci, por isso. Merci, também, por tudo o resto: por passarem a mensagem, por nos lerem, por divulgarem os nossos livros, por estarem desse lado.
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